Como medir a qualidade de vida no trabalho?

postado por: Daniel Burd on 5/out/2017 5:03:00

In Qualidade de Vida no Trabalho

As pessoas são o bem mais precioso de uma empresa. Algumas organizações já incorporaram essa verdade à sua cultura e, por isso, sempre promovem técnicas inovadoras de gestão de pessoas.

Profissionais satisfeitos com os seus empregos e com o ambiente em que trabalham têm mais chances de desenvolver melhor suas atividades. Consequentemente, há uma maior sensação de bem-estar.

Por outro lado, a insatisfação em excesso pode ter o efeito contrário — a diminuição da produtividade. Isso afeta não só a vida profissional, como, também, a pessoal. 

O descontentamento traz resultados negativos, pois os níveis de qualidade de vida estão diretamente ligados ao desempenho profissional. Para saber mais sobre esse tema, acompanhe o texto a seguir!

Cálculo da qualidade de vida no trabalho

Qualidade de vida no trabalho é um conceito mutável. Cada pessoa tem a sua percepção sobre o assunto, e cada fase da carreira pode exigir elementos diferentes na contabilidade da satisfação.

Contudo, listamos abaixo alguns indicadores que podem auxiliar na hora de mensurar a qualidade de vida quando pensada no âmbito de uma empresa:

Absenteísmo

O dicionário Priberam da Língua Portuguesa define que absenteísmo é o hábito de faltar, de estar ausente. Tendo isso em vista, deve-se levar em consideração que tal fenômeno é consequência e não causa.

Portanto, as causas que fazem um funcionário faltar ou chegar atrasado em demasia, sejam quais forem problemas de saúde, ausência de um bom relacionamento com líderes e equipe, condições de trabalho precárias etc.   devem ser analisadas e corrigidas.

Produtividade

Uma grande quantidade de horas trabalhadas não torna alguém mais produtivo. Pelo contrário, alguém que trabalha demais se cansa muito e, consequentemente, produz menos.

Ser produtivo é fazer mais com menos, inclusive, tempo! E, para que isso seja possível, é necessária a observância de uma série de fatores internos (autoanálise, inteligência emocional, autocontrole etc.) e externos (condições favoráveis do ambiente).

Reclamações

Esse é um campo no qual os gestores devem prestar muita atenção, pois ele é um sério indicador do que não vai bem em uma organização.

Funcionários insatisfeitos não vestem a camisa da empresa e ainda falam mal dela para outros, o que prejudica a imagem da organização e o bem-estar dos profissionais que nela atuam.

Uma breve pesquisa como, por exemplo, a promovida pelo e-NPS (Employee Net Promoter Score), mostra quais são os principais problemas relatados pelos funcionários. Dessa forma, pode ser feita a implantação eficaz de um plano estratégico para solucionar tais questões.

Falta de feedbacks

Pessoas esperam o retorno de seus líderes para saber se estão executando com eficiência o trabalho que foi designado a elas. A falta de informações a esse respeito gera desmotivação, uma vez que o colaborador pode concluir que a empresa não se importa com a qualidade do serviço prestado.

Treinamento de equipe

O engajamento de um profissional está intimamente relacionado aos estímulos recebidos para que ele se comprometa. Um bom funcionário gosta de sentir-se capacitado para realizar bem a sua tarefa.

Estas são as funções dos treinamentos: capacitar, incentivar, inovar, valorizar etc. Quando uma pessoa percebe que a empresa em que trabalha investe em sua melhoria, a motivação para se aprimorar ganha força. E isso serve tanto para antigos quanto para novos colaboradores.

Outros indicadores

Estes fatores também podem influenciar na satisfação de um indivíduo:

  • reconhecimento da liderança;
  • autonomia para realizar o seu trabalho;
  • compatibilidade entre os valores da companhia e os seus próprios valores;
  • comemorações em datas especiais;
  • oportunidade de crescimento profissional;
  • bons relacionamentos interpessoais;
  • boa infraestrutura (local de trabalho limpo, equipamentos tecnológicos, boa alimentação, entre outros).

Todos esses elementos devem ser colocados na balança e examinados com cuidado. Assim, será possível ter uma ideia do quanto se tem qualidade de vida no trabalho.

A equação não é complicada: mais qualidade de vida é igual a mais felicidade. Pessoas felizes tendem a ser mais saudáveis, gentis, produtivas e focadas em suas carreiras. O investimento em pessoas, no longo prazo, gera benefícios para os colaboradores e, por extensão, para a empresa.  

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